êêêê Macarena !!!!
Não tem jeito. Foi só ver que o Egito tinha um jogador carequinha chamado Zidan que o time do Brasil tremeu.
“Só falta uma convulsão!”, exclamou Galvão Bueno, prestando atenção se o lateral esquerdo Kléber não estava ajeitando as meias em homenagem ao companheiro de posição Roberto Carlos. Mesmo saindo na frente após golaço de Kaká e ampliando a vantagem com gols de Luís Fabiano e Juan, nossa seleção conseguiu a proeza de tomar três gol do Egito, dois deles em menos de dois minutos. Surpreendente também foi que nenhum gol dos adversários foi marcado pelos quatro ou cinco Ahmeds que estavam em campo.
Mas falta malandragem aos egípcios. Quando Dunga já preparava o discurso de “o Egito é uma seleção poderosa, dádiva do Rio Nilo”, Lúcio completou cobrança de escanteio e o zagueiro Al Muhamadi impediu o gol com o braço. Achou que simulando uma pancada na cabeça ia enganar o juiz. E quase deu certo! Mas alguém soprou no ouvido do árbitro, que voltou atrás e marcou pênalti, convertido por Kaká.

Com isso tudo acabou em festa! Para retribuir o apoio da torcida sul-africana, os jogadores brasileiros dançaram a Macarena.




















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